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Mostrando postagens com o rótulo dor

Mrs. Selfish

Já se pegou assim? Caraca, eu ando me apercebendo muito mais egoísta que antes. Na verdade, acredito que meu egoísmo em si não tenha mudado e, sim, a minha (auto) consciência. Vou confessar. Sofro. Imagem daqui Sou dessas pessoas que já foram muito erradas. Muito bagunçadas. Mas sou dessas pessoas que conseguiram se arrumar. Se organizar. Agora preciso me controlar para não ser certinha demais. Aliás, nem 8, nem 80 é algo que escuto há décadas. velha. Sabe ex-fumante? Geralmente, um indivíduo que consegue largar o fumo torna-se o ser mais intolerante da face da terra ao cigarro, fumaça e afins. Bem, para completar eu sou ex-fumante. Então que por ter me tornado perfeccionista eu diria que, hoje em dia, eu gostaria de ser... bem... pode soar exagerado, mas é verdade... eu gostaria de ser... perfeita! Perceber os meus erros e aceitar as minhas limitações são exercícios diários que valem por uma maratona. É um jogo muito louco entre razão e emoção....

Perder

Imagem retirada do Google Ando pensando na morte.  Não tenho medo de morrer. Tenho medo de perder. Acho a morte triste, pesada e dolorosa.  Para quem fica. Acredito que quem parte vai em paz. Quem fica tem que reaprender a viver. O vazio não diminui, o buraco não se fecha, as lembranças não cessam. Mas um dia o coração aceita a dor. O curativo não cura a ferida, a cicatriz é permanente.  Mas a gente se adapta. Há os que se confortam na fé. Há os que se tornam pessoas melhores. É assim quando a morte encontra pessoas. Ou quando uma relação precisa morrer. Fica a dor da perda. E a necessidade de começar de novo.